Mas quem ousaria condenar o homem que é sempre elogiado pelos que possuem discernimento, porque não tem uma só mancha, é sábio, possui conhecimento e virtude? Ele 28 é como um pedaço de ouro do rio Jambu 22. Até os deuses o elogiam. Ele é elogiado até por Brahma.
Quem pode culpar tal pessoa, tão digna quanto uma moeda de ouro refinado? Até os deuses o louvam; por Brahma também ele é elogiado.

Comentário profundo

O Buda proferiu este verso no Monastério Jetavana em resposta às reclamações de Atula e seus seguidores. Seguindo o ensinamento anterior sobre a inevitabilidade do elogio e da culpa, o Buda enfatiza aqui a pureza de um verdadeiro praticante. Assim como o ouro puro do rio Jambu é irrepreensível, quem cultiva a virtude, a atenção plena e a resistência dos quatro elementos (terra, água, fogo e vento) atinge um estado de caráter tão perfeito que nenhuma crítica mundana pode manchá-lo, conquistando o respeito dos seres humanos e celestiais.

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