Venha, olhe para este mundo. Ele é como uma carruagem real, pintada e ornamentada. Os tolos se afundam nele. Os que têm discernimento não são enganados por ele.
Vir! Contemple este mundo, que é como uma carruagem real decorada. Aqui os tolos tropeçam, mas os sábios não têm apego a isso.

Comentário profundo

O Buda proferiu este verso no Mosteiro Veluvana a respeito do Príncipe Abhaya. Após uma vitória militar, o Príncipe foi cativado por uma bela dançarina no palácio. Quando ela adoeceu repentinamente e morreu, o príncipe ficou muito triste. O Buda o confortou explicando a natureza do samsara: esta não foi a primeira vez que ela morreu, nem a primeira vez que ele lamentou por ela. O Buda ensinou que o apego aos prazeres mundanos é uma característica dos tolos, que ficam presos num ciclo de sofrimento, ganância e ilusão. Para os sábios, porém, o mundo – por mais grandioso ou ornamentado que seja – é reconhecido como uma ilusão, temporária e fugaz como um sonho. Ao ver através da vaidade da existência material, o sábio permanece desapegado, encontrando liberdade e paz no mundo sem ser escravizado por ele.

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